Elisabeth de Robiano

Elisabeth de Robiano nossa Fundadora

ELA ERA ASSIM…
Elisabeth de Robiano foi uma mulher de seu tempo.
Era líder nata que unia a capacidade para grandes empreendimentos com singular tranqüilidade interior. Inevitavelmente, pensava em termos de suas próprias experiências de uma mulher da nobreza, suas ações eram firmes e decisivas. Ela atendeu o chamado à obra da educação e da evangelização para os mais pobres enxertados na própria vocação da Igreja e de Cristo.
De personalidade dinâmica e atraente, cheia de entusiasmo e alegria, características estas que lhe deram sensibilidade para descobrir nos rostos sofredores dos pobres o rosto do Senhor (Mt 25,31 – 46) é algo que nos desafia até o momento presente. Ela era prática com penetrante senso de humor que a capacitou a fazer o bem e de ver o bem em cada um e em tudo.
Era uma mulher plenamente integrada, manifestando atitude de notável equilíbrio e maturidade, sem perder nada de sua sensibilidade. Elisabeth viveu um tempo crítico. Um mundo novo estava emergindo após guerra. A vida familiar estava em decadência, crianças, jovens e velhos abandonados, sem dizer que a imoralidade era flagrante, a riqueza estava centralizada nas mãos de poucos, gerando pobreza generalizada no país.
A sua ilimitada confiança na Providência Divina deu – lhe coragem e entusiasmo na vivência do Evangelho. Sua grandeza de alma era tal que não se deixava vencer em generosidade, para agradar seu criador e seus semelhantes, ela insistia que a caridade tinha que ser a mola mestra do nosso Instituto que estava nascendo. Aceitou tudo da mão amorosa de Deus: perda das filhas, esposo, bens, velhice e até perseguições por parte do governo, sujeitou – se ás cansativas viagens, enfrentando as intempéries do frio, calor e muitas vezes trajava – se à moda de artistas para escapar a espionagem dos perseguidores dos sacerdotes, bem como para protegê – los .
Elisabeth de Robiano reconheceu como vontade de Deus que o nosso Instituto estava nascendo para restaurar, incluir e promover os pobres de sua época e das épocas vindouras. Também era notório que no coração da bondosa e dinâmica senhora ardia além, da chama da caridade a criatividade apostólica, e, sendo assim o nosso Instituto, recém fundado estava destinado a expandir – se por todo o mundo para trabalhar indistintamente com e pelos mais pobres.
Relendo o ser e o agir de nossa fundadora, devemos reconhecer que a Experiência de Deus foi o grande tesouro de toda a sua vida e sua obra. A oração de Elisabeth era viva, dinâmica e encarnada, por isso se lança ao mundo como Serva dos Pobres.
O carisma de nossa fundadora continua vivo na Igreja, porque nós suas seguidoras, entendemos, que o primeiro passo para ser serva dos pobres é nos entregarmos a oração encarnada e por meio desta, veremos o rosto de Deus no pobre, e assim o serviremos na humildade, simplicidade e caridade.
Ir.Nair

 
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